Santa Catarina entrou em uma nova fase no século XX. Depois da base agrícola e colonial, a economia passou a ganhar força industrial, com cidades crescendo e polos regionais se consolidando em diferentes partes do estado.
Indústria nasceu de atividades já presentes nas comunidades
A industrialização catarinense foi construída aos poucos. Setores como têxtil, madeira, carvão, metalurgia, alimentos e bebidas ganharam escala com o passar do tempo e deixaram de atender apenas mercados locais.
No Vale do Itajaí, cidades como Blumenau e Brusque se tornaram referência na produção têxtil. Já no Norte, Joinville e Jaraguá do Sul avançaram em setores como metalmecânico, motores, móveis e equipamentos industriais.
Regiões diferentes, vocações diferentes
No Sul, a mineração de carvão impulsionou a economia por décadas, ao mesmo tempo em que deixou impactos ambientais e sociais marcantes. O processo ajudou a movimentar cidades e atrair trabalhadores, mas também trouxe desafios que seguem na memória regional.
A expansão industrial mudou a rotina das cidades, influenciou o transporte, o comércio, os bairros e as relações de trabalho. Muitas empresas nasceram de pequenos negócios familiares e acabaram se tornando marcas conhecidas em todo o país.
Base da economia catarinense atual
A série destaca que Santa Catarina passou a produzir mais, exportar mais e se conectar com mercados maiores graças à força da indústria. O modelo catarinense se espalhou por várias regiões, com desenvolvimento menos concentrado na capital e mais distribuído pelo estado.
Mas o avanço também trouxe contradições, como desigualdade regional, trabalho duro e impactos ambientais. A história da industrialização mostra que o crescimento do estado foi construído com esforço, adaptação e vocações locais.
Por: Demais FM / Com informações de DMA Notícias
