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Indústria brasileira repudia taxação dos Estados Unidos sobre o Brasil

Iano Andrade / CNI

O governo dos Estados Unidos anunciou uma nova taxação de 25% sobre produtos brasileiros, e a reação das entidades que representam a indústria no país foi imediata. Fiesp, Fiemg e CNI manifestaram preocupação com os efeitos da medida sobre a competitividade das exportações.

Entidades cobram diálogo comercial

A Fiesp disse lamentar, com profunda preocupação, a aplicação da sobretaxa às exportações brasileiras para o mercado norte-americano. A entidade avaliou que a decisão reduz a competitividade do país diante de concorrentes globais.

Já a Fiemg afirmou que o aumento das tarifas gera preocupação e reforçou a importância do diálogo e da cooperação entre os dois países. A federação destacou que os Estados Unidos são um parceiro estratégico para a indústria brasileira.

CNI vê risco para exportações

O presidente da CNI, Ricardo Alban, também criticou a medida. Segundo ele, os efeitos do aumento das tarifas já vêm sendo sentidos pela indústria brasileira, com queda nas exportações de 20 dos 27 estados no primeiro trimestre.

A sobretaxa de 25% começa a valer em 22 de julho e atinge produtos que não estão na lista de exceções. Café, suco de laranja, carne bovina e aeronaves ficaram de fora, assim como outros itens considerados estratégicos para o mercado norte-americano.

Por: Demais FM / Com informações da Agência Brasil

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