Lembra de 2018, quando o Bolsonaro chegou no segundo turno praticamente sem tempo de TV e só com o apoio de WhatsApp e Facebook? Muita gente achou que o horário eleitoral tinha perdido a vez. Mas, surpresa! Ele ainda tá vivo, e bem vivo, aliás, bem relevante.
Nas eleições municipais deste ano, os candidatos com mais tempo de rádio e TV tão ganhando força nas pesquisas. Exemplo? Em Curitiba, o Eduardo Pimentel deu um salto gigante após aparecer mais na telinha e virou líder isolado. O mesmo aconteceu em Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre, onde os prefeitos que já estão no poder estão subindo nas pesquisas depois de mostrar suas conquistas e o que ainda querem fazer.
A chave é clara: quem tem tempo no rádio e na TV consegue se conectar com mais eleitores, com mais pessoas, principalmente mostrando realizações e alianças fortes. Redes sociais? Continuam importantes, claro. Mas não dá pra negar o peso que o “horário gratuito” tem nas eleições, mesmo com muita gente achando chato ou pedindo seu fim. Afinal, ainda tem uma galera assistindo e/ou ouvindo, mesmo que sem querer os candidatos.
O rádio é sim um veículo de comunicação de grande importância para atingir a grande massa. E isso está claro quando o assunto é chegar em todos os lugares. Seja nos lugares mais remotos, nos tratores do agro, nos caminhões que transportam, no cultivo do fumo lá no meio da roça, na loja do centro, enfim, em todos os lugares.
Quer saber a real? De panfletinho na rua até vídeo na TV, os candidatos vão usar todas as armas possíveis. E você, eleitor, tá prestando atenção em tudo isso?
Fonte: Veja
