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Golpe do ‘emprego de meio período online’: saiba como se proteger

Imagem: FG Trade/iStock

“Parabéns, você foi selecionado para um trabalho de meio período online, R$ 300 a R$ 5.000 por dia”. Se você recebeu uma mensagem parecida por SMS ou WhatsApp onde um “gerente de projetos” ou “gestor” pede para retornar o contato, ligue o alerta: é golpe.

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Os nomes de empresas famosas como Amazon e Mercado Livre estão sendo usados há anos para convencer potenciais vítimas. Essa estratégia anda tão comum que já virou até piada.

Como o golpe funciona?

Na mensagem enviada para diferentes contatos, geralmente consta a informação de que você foi selecionado para um emprego de meio período/período integral ganhando bastante dinheiro por dia.

Existem versões de até um salário mínimo por dia — ou mais. Só o que você precisa fazer é clicar num link.

Depois de induzir as vítimas a clicar no endereço de internet com uma proposta financeiramente interessante, você pode ser redirecionado para uma conversa dentro do WhatsApp com o falso contratante.

Essa nova fase do golpe esconde um esquema de phishing feito para roubar dados pessoais e, em alguns casos, até dinheiro de verdade via Pix, usando a engenharia social —quando os criminosos convencem as vítimas induzindo-as a fazerem coisas sem que elas perceberem que estão caindo num golpe.

Em um dos relatos vistos por Tilt, uma pessoa afirmou ter sido atraída pela promessa de um emprego na Amazon. Ao clicar no link e interagir com o golpista pelo WhatsApp, foi induzida a comprar um suposto curso preparatório de R$ 250.

Procurada na época, a Amazon disse que “nunca solicita informações de acesso, como login e senha, a qualquer consumidor ou entra em contato via WhatsApp para divulgar vagas e oportunidade de renda extra”, e confirmou que não tem ligação com a mensagem citando o seu nome.

O Mercado Livre, outra empresa citada em algumas das tentativas de golpe, também disse, em sua página no LinkedIn, que “não divulga oportunidades de trabalho por SMS, WhatsApp, Telegram ou outros grupos e redes colaborativas”.

 

Por: Uol

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