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Energia mais cara: bandeira tarifária vermelha é mantida em julho

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que, assim como em junho, o mês de julho seguirá com a bandeira tarifária vermelha no patamar 1. Isso significa que os consumidores continuarão pagando um valor extra de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) utilizados.

De acordo com a Aneel, o cenário climático desfavorável, com chuvas abaixo da média em várias regiões do país, compromete a capacidade de geração das hidrelétricas. Como consequência, torna-se necessário acionar fontes alternativas mais caras, como as usinas termelétricas.

“O uso dessas fontes encarece o custo total da produção de energia elétrica”, explicou a agência em comunicado oficial.

Como funcionam as bandeiras tarifárias?

Implementado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias foi criado para refletir os custos reais de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). A classificação é dividida por cores — verde, amarela e vermelha (com dois patamares) — e sinaliza ao consumidor o nível de encarecimento da energia.

Com a bandeira verde, não há cobrança adicional. Já nas bandeiras amarela e vermelha, a tarifa aumenta conforme o consumo, sendo a vermelha patamar 1 o primeiro nível de alerta sobre altos custos de geração.

Consumo consciente é essencial

Ao manter a bandeira vermelha, a Aneel reforça a importância do uso racional da energia. Além de aliviar o impacto no bolso do consumidor, o consumo consciente contribui para a preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade do setor elétrico.

Fonte: Agência Brasil

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