Presença constante nas últimas edições da Copa do Mundo, a Coreia do Sul chega ao Mundial de 2026 apostando em organização tática, intensidade física e velocidade nas transições ofensivas. Comandada por Hong Myung-bo, a seleção asiática tenta repetir campanhas marcantes do passado e avançar às fases decisivas.
Nos últimos meses, o time passou por uma mudança importante no sistema de jogo. Antes mais ligado ao 4-2-3-1, a Coreia do Sul passou a atuar com três zagueiros, geralmente no 5-2-3, podendo variar para o 3-4-3 em busca de mais segurança defensiva contra rivais fortes.
Velocidade e movimentação são marcas do time
A principal força da seleção sul-coreana está na rapidez com que tenta atacar depois de recuperar a bola. A equipe procura acelerar as jogadas e explorar os espaços deixados pelo adversário, com muita movimentação dos atacantes e disciplina tática.
Esse estilo torna a Coreia do Sul uma seleção difícil de marcar, especialmente quando consegue encaixar suas trocas de passes e chegar ao ataque com poucos toques.
Son Heung-min segue como grande referência
Na estreia da Copa do Mundo, ficou evidente a dependência ofensiva em relação a Son Heung-min. Principal nome do elenco, o atacante é a grande referência técnica e também uma liderança dentro de campo.
Ele foi bastante acionado nas jogadas ofensivas, mas nem sempre teve o aproveitamento esperado nas finalizações. Ainda assim, sua experiência e qualidade seguem como as maiores armas da equipe sul-coreana.
Equilíbrio entre juventude e experiência
Além de Son, jogadores como Hwang In-beom e Lee Kang-in têm papel importante na construção das jogadas. Eles ajudam a equipe a controlar a posse de bola e a criar alternativas no ataque.
A campanha invicta nas Eliminatórias Asiáticas reforça a força coletiva da seleção, mas os resultados recentes contra adversários mais fortes ainda geram certa desconfiança. Mesmo assim, a organização, a velocidade nos contra-ataques e o elenco experiente mantêm a Coreia do Sul como uma rival perigosa no torneio.
Por: Demais FM
