“O melhor alimento para o bebê é o leite materno” O mês de agosto é dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, através da Campanha “Agosto Dourado”.
Esse ano, o tema da Campanha Nacional é o melhor alimento para o bebê é o leite materno. A direção, corpo clínico e profissionais do Hospital e Maternidade Dona Lisette, de Taió apóiam e incentivam as ações desenvolvidas no mês de agosto, que é conhecido como Agosto Dourado, porque simboliza a luta pelo incentivo à amamentação.
A cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. É uma cor toda especial, que já percorre o mundo com o seu laço simbólico O leite materno é o alimento chamado de “padrão ouro” , ou seja, perfeito e adequado para nutrir e atender as necessidades imunológicas de uma criança. A amamentação proporciona ainda o vínculo entre mãe e filho, auxiliando assim na segurança alimentar aos lactentes desde o início da vida.
Para que uma mãe consiga amamentar, ela não pode estar sozinha. Ela precisa de uma rede de apoio para que a ajude na garantia do aleitamento materno da criança. “Por issa, sejamos apoiadores e incentivadores, e disseminemos essa prática tão importante para a saúde da criança e que salva vidas”.
O leite materno da própria mãe, para os recém-nascidos, é de extrema importância, uma vez que se torna o melhor alimento, principalmente se o leite materno for oferecido diretamente ao seio. Ele é composto de água, gorduras, proteínas, vitaminas e açúcares de que o bebê precisa para se desenvolver bem e crescer de forma saudável. Sendo de fácil digestão, está sempre na temperatura certa, rico em nutrientes e anticorpos.
Benefícios da amamentação para o Bebê:
*Amamentar imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal e infantil;
*Amamentação tem efeito analgésico, acalma o bebê;
*Estar em contato com a mãe é o seu porto seguro; *O leite materno ajuda o bebê a dormir melhor; Benefícios da amamentação para mamãe
*A amamentação iniciada logo após o nascimento produz hormônios que auxilia na contração de útero diminuindo e evitando o risco de hemorragia;
*Fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho; *Ajuda também na redução do peso;
*Reduz as chances de desenvolver câncer de mama, de ovário e osteoporose. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida da criança, seguido de amamentação continuada, com alimentos complementares adequados, por até dois anos ou mais.
História
A história da Semana Mundial de Aleitamento Materno teve início em 1990, num encontro da Organização Mundial de Saúde com a UNICEF, momento em que foi gerado um documento conhecido como “Declaração de Innocenti”. Para cumprir os compromissos assumidos pelos países após a assinatura deste documento, em 1991 foi fundada a Aliança Mundial de Ação pró-Amamentação (WABA).
Em 1992, a WABA criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno e, todos os anos, define o tema a ser explorado e lança materiais que são traduzidos em 14 idiomas. No Brasil, o Ministério da Saúde coordena a Semana Mundial de Aleitamento Materno desde 1999, sendo responsável pela adaptação do tema para o nosso país e pela elaboração e distribuição de cartazes e folders.
O mês do Aleitamento Materno foi instituído no Brasil pela Lei nº 13.435/2.017, para que sejam intensificadas ações intersetoriais de conscientização e esclarecimento sobre a importância dele.
https://bvsms.saude.gov.br/mes-do-aleitamento-materno-no-brasil[1]e-semana-mundial-da-amamentacao/
Por: Assessoria de Imprensa REDEH
