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Polícia rastreou veículo até SP e prendeu casal em resgate de bebê desaparecido

Nicolas Areias Gaspar estava desaparecido desde o dia 30 de abril – Foto: Reprodução/ND

As polícias militar e civil de Santa Catarina rastrearam um veículo suspeito até São Paulo para encontrar Nicolas Areias Gaspar, bebê desaparecido de 2 anos que foi encontrado na capital paulista nesta segunda-feira (8). Segundo a PMSP (Polícia Militar de São Paulo), um casal de meia idade foi preso no resgate da criança. Eles portavam carteira de vacinação e certidão de nascimento do menor, segundo apurou o Grupo ND.

De acordo com a PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina), o bebê foi encontrado no veículo rastreado pelo SOS Desaparecidos (programa da PMSC para localizar pessoas no Estado).

O resgate foi articulado com a PMSP, que abordou um automóvel Creta branco às 17h44 desta segunda-feira (8), na Vila Carrão, em São Paulo. Ainda segundo a polícia paulista, a placa do veículo era de São Paulo, no entanto, acredita-se que tenha sido falsificada.

O menino Nicolas está com o Conselho Tutelar em São Paulo, e as polícias Militar e Civil de Santa Catarina estão realizando os trâmites necessários para que ela retorne ao Estado nesta terça-feira (9). Um voo tem partida prevista para as 7h para reaver a criança.

“Foi um trabalho em conjunto das nossas forças policiais. Nosso avião vai buscá-lo em São Paulo para devolver para a família. As investigações vão continuar para saber quem fez isso”, afirmou o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello.

Menino estava desaparecido havia 9 dias

O inquérito policial foi instaurado na última sexta-feira (5), quando a avó foi à delegacia, por volta das 16h. “Como se trata de uma criança, é prioridade absoluta. Já tomamos todos os depoimentos da avó, tios e testemunhas, como as amigas da mãe e trabalhamos até as 21h30”, diz a delegada.

No dia seguinte, sábado (6), foram cumpridos mandados de busca nos locais onde os familiares informaram que o menino poderia estar, mas sem sucesso. A delegada representou outras medidas cautelares e informações das empresas de aplicativo e telefonia começaram a chegar.

“Trabalhamos com todas as hipóteses: de subtração, sequestro, de entrega. Praticamente a pessoa que tem as informações é a mãe, que vai ter alta hoje da UTI e permanece internada. Vamos entrevistá-la”, completou Sandra.

 

Por: Redação ND Florianópolis

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