A não escalação de Endrick como titular na estreia do Brasil na Copa do Mundo voltou a movimentar o debate sobre o atacante. Mesmo com boa expectativa em torno do jogador do Real Madrid, Carlo Ancelotti tem preferido ir com mais cautela na montagem do time.
Disciplina tática pesa na decisão
Segundo a apuração publicada pelo UOL, a comissão técnica vê potencial em Endrick, mas entende que o atacante ainda precisa ajustar alguns pontos do jogo. O principal deles é a disciplina tática, já que Ancelotti cobra movimentação coordenada e presença mais fixa em setores definidos do campo.
Um dos pontos que mais chamam atenção é a tendência do jogador de sair da área para participar da construção das jogadas. Essa característica valoriza a técnica e a mobilidade do atacante, mas também pode tirá-lo da referência ofensiva desejada pelo treinador.
Histórico com o treinador também pesa
A relação entre Endrick e Ancelotti já vinha de um cenário parecido no Real Madrid. Na última temporada em que trabalharam juntos, o brasileiro teve poucos minutos em campo e enfrentou forte concorrência no elenco.
Na seleção, o panorama segue parecido. Até aqui, Endrick ainda aparece atrás de nomes como Vinicius Júnior, Raphinha, Matheus Cunha e Igor Thiago na disputa por espaço. Com isso, o atacante surge hoje como opção de rotação, e não como primeira escolha.
Por: Demais FM / Com informações de UOL
