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Brasil aparece mal em rankings globais de paz e segurança pública

Foto: Geração IA

Relatórios internacionais de referência pintam um quadro desafiador para o Brasil em termos de paz e segurança. Dados de diferentes instituições, apesar de usarem métodos variados, indicam de forma consistente que o país segue mal avaliado, o que representa um sinal de alerta.

Esses números ajudam a medir o nível de risco, violência e a capacidade do Estado em proteger seus cidadãos, mostrando um problema persistente que vai além de estatísticas pontuais.

Posição ruim no Índice Global da Paz

No Global Peace Index (GPI) de 2025, o Brasil ocupa a 130ª posição entre 163 nações. Com uma pontuação de 2,472, onde um número maior significa menos paz, o país se encontra na parte inferior do ranking.

Na América do Sul, a situação também é delicada. O Brasil é o 9º país menos pacífico de 11, ficando à frente apenas da Venezuela e da Colômbia. O índice avalia fatores como segurança social, conflitos e militarização.

Crime organizado entre os piores do mundo

Outro levantamento, o Global Organized Crime Index, focado em medir a força da criminalidade, coloca o Brasil como o 14º pior país entre 193 analisados. O relatório destaca a atuação de facções com conexões nacionais e internacionais.

O estudo mostra que o problema vai além da violência direta, envolvendo controle de territórios, lavagem de dinheiro e infiltração em instituições, o que explica a persistência do desafio da segurança pública.

Violência comparada a zonas de conflito

De forma ainda mais grave, o ACLED Conflict Index, que mede os conflitos mais severos do mundo, posicionou o Brasil em 7º lugar em 2025, ao lado de nações que vivem guerras declaradas, como Palestina e Mianmar.

Isso significa que a violência gerada por facções e disputas territoriais no país atinge um nível comparável ao de zonas de crise global, mesmo sem uma guerra convencional em andamento. Esses dados, juntos, apontam para a necessidade de políticas de segurança contínuas e focadas em inteligência.

Por: Demais FM / Com informações de DMA noticias

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