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Amigo secreto deve movimentar R$ 6,7 bilhões e CDL de Presidente Getúlio incentiva compras locais

Foto: iStockphoto/Getty Images

Com a proximidade das confraternizações de fim de ano, o tradicional amigo secreto volta a ganhar força em famílias, empresas e escolas. Uma pesquisa da CNDL e do SPC Brasil, em parceria com a Offerwise, aponta que 36% dos consumidores pretendem participar da brincadeira neste Natal. A expectativa é que mais de 60 milhões de brasileiros entrem na troca de presentes em 2025.

O hábito segue querido pelo público: 53% dizem adorar participar e 39% destacam que a dinâmica permite presentear gastando menos. Além de aproximar as pessoas, o amigo secreto também estimula um consumo mais consciente — especialmente quando feito no comércio da própria cidade.

Importância do comércio local

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, o impacto dessa tradição vai muito além da celebração. Segundo ele, o amigo secreto movimenta a economia e ajuda a fortalecer vínculos sem grandes despesas individuais.

Em Presidente Getúlio, a CDL reforça que as compras de fim de ano têm um peso ainda maior. O presidente da entidade, Vanderlei Regert, lembra que cada compra feita no comércio local gera reflexos diretos no desenvolvimento do município. Segundo ele, ao optar pelas lojas da cidade, o consumidor ajuda a manter empregos, fortalecer empresas e garantir que parte dos impostos volte para serviços essenciais, como saúde e educação.

Gasto médio e impacto para a economia da cidade

A pesquisa revela que cada consumidor deve participar, em média, de 1,6 eventos de amigo secreto, principalmente entre familiares (69%), amigos (35%) e colegas de trabalho (28%). O gasto médio previsto é de R$ 72 por presente, totalizando uma movimentação estimada de R$ 6,7 bilhões no varejo nacional.

Para a CDL de Presidente Getúlio, esse aumento tradicional nas compras de fim de ano é uma grande oportunidade para fortalecer o comércio local. As vendas geram empregos, fazem o dinheiro circular na cidade e garantem retorno em impostos que são reinvestidos em áreas essenciais, como infraestrutura, assistência social, saúde e educação — trazendo benefícios diretos para toda a comunidade.

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