Nesta quarta-feira, 10 de setembro, Taió despede-se de uma de suas mais nobres filhas: Lisette Jacobsen Hosang, aos 83 anos. Filha de Bertoldo Jacobsen e Leonila Uhlmann, Lisette deixou marcas profundas na história e na cultura da cidade que tanto amava.
Escritora e uma das fundadoras da Academia de Letras do Brasil de Santa Catarina – Seccional de Taió, Lisette foi mais do que uma cronista: foi uma guardiã incansável da memória coletiva, dedicando-se a resgatar tradições, registrar fatos e dar vida às histórias que moldaram a identidade de um povo. Cada linha escrita por ela foi um gesto de amor, preservando para sempre o que poderia se perder no tempo.
A Academia de Letras a reverencia não apenas como companheira de letras, mas como pilar cultural e inspiração:
“Ela teceu a tapeçaria da memória de Taió e de toda a região, resgatando fatos e tradições que poderiam ter sido perdidos no véu do esquecimento.”
Além de sua contribuição intelectual, Lisette foi também exemplo de afeto e dedicação familiar. Como matriarca, conduziu com firmeza e ternura sua família, e agora se reencontra na eternidade com o esposo, Mauro Hosang. Deixa em saudade as filhas Karina e Maruza, assim como os netos, que herdam não apenas seu sangue, mas também seu legado de valores e amor.
O velório acontece na capela da Igreja Luterana, com celebração marcada para às 9h desta quinta-feira (11). Em seguida, o sepultamento ocorrerá no cemitério da mesma localidade.
Lisette parte, mas sua voz permanece viva em cada página escrita, em cada memória resgatada e no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.
