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Santa Cecília: Desaparecimento de Lusiane Borges completa um mês e segue sem respostas

Foto: Redes Sociais/Divulgação

 

Neste domingo (31), fez exatamente um mês que Lusiane Ribeiro Borges, de 27 anos, desapareceu em circunstâncias que ainda desafiam as autoridades. A jovem vendedora foi vista pela última vez ao sair do trabalho em Santa Cecília, no planalto serrano catarinense, com destino à sua residência — trajeto que jamais chegou a concluir.

A Polícia Civil segue à frente das investigações, que caminham sob a hipótese de feminicídio. O companheiro de Lusiane, apontado como principal suspeito, permanece detido preventivamente. A decisão judicial foi fundamentada por evidências preocupantes: vestígios de sangue humano foram localizados em diferentes locais, incluindo o lar do casal, o carro do suspeito e suas roupas.

Tanto o automóvel quanto o celular do investigado foram recolhidos para perícia, com o objetivo de reunir provas que possam esclarecer os acontecimentos. No entanto, a polícia ainda não divulgou previsão para a finalização desses laudos periciais. Mesmo diante dos indícios, o suspeito nega qualquer envolvimento no desaparecimento da jovem.

A família vive dias marcados pela dor, pela espera e pela ausência de respostas.

Enquanto isso, a investigação continua. Equipes de busca e agentes dedicados ao caso mantêm os esforços na tentativa de localizar Lusiane e trazer clareza à família e à comunidade, que acompanha com apreensão cada atualização sobre o caso.

 

 

 

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