Política

Visita do Governador a Rio do Sul reacende embate com o PSD

Foto: Arquivo / Secom -

 

O ex-prefeito de Rio do Sul, José Thomé (PSD), contestou veementemente as declarações do governador Jorginho Mello (PL), que afirmou que o município estaria com diversas demandas e que a prefeitura estaria no “osso”. Thomé rebateu a fala e responsabilizou o governo estadual pela falta de repasses e pela paralisação de obras na cidade.

Segundo Thomé, ao deixar a administração municipal para seu sucessor, o atual prefeito Manoel (PSD), a prefeitura contava com um saldo de R$ 19 milhões em recursos próprios, disponíveis para investimentos em qualquer área. Ele destacou que essa foi uma das melhores gestões financeiras da história do município.

O senhor sabe por que Rio do Sul, se de alguma forma está no osso, é culpa do governador Jorginho Mello? Porque o seu governo é picareta com Rio do Sul, não paga as contas e não tem compromisso. Exemplo disso é a continuidade das obras do contorno viário, que assinei com o ex-governador Moisés, um investimento de cerca de R$ 20 milhões que o governo Jorginho Mello não pagou”, criticou Thomé.

O ex-prefeito também acusou o governador de perseguição política e de condicionar repasses apenas a gestores que o apoiam politicamente. “O senhor faz política típica de partido de esquerda, que persegue e não deixa trabalhar para entregar benefícios ao povo. Agora, com as eleições chegando, está percorrendo o estado e pressionando prefeitos para liberar recursos apenas para aqueles que estão do seu lado”, disparou.

Thomé reforçou que os investimentos públicos devem ser destinados conforme as necessidades da população, e não com base em interesses eleitorais. “É uma vergonha sua postura, governador. Reveja seus conceitos. O que tem que estar em jogo não são as eleições, mas sim as próximas gerações”, concluiu.

 

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