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A disputa pelo bronze no solo da ginástica artística das Olimpíadas de Paris parece ter chegado ao fim. Na segunda-feira, a Confederação de Ginástica Artística dos EUA anunciou que o Tribunal Arbitral do Esporte não reconsiderará a decisão da Corte Arbitral do Esporte (CAS) de reaver a medalha de Jordan Chiles. A USA Gymnastics havia pedido a revisão após o CAS ordenar que Chiles devolvesse a medalha à romena Ana Barbosu, após reavaliação das notas. Nas redes sociais, Barbosu se manifestou e expressou solidariedade com as colegas.
No sábado (10), o CAS anunciou a alteração das notas da final do solo. Jordan Chiles, que inicialmente havia recebido o bronze, teve uma pontuação revisada para abaixo da de Ana Barbosu e Sabrina Maneca-Voinea. Com isso, o bronze foi atribuído a Barbosu, e Chiles teve que devolver a medalha.
Após a final, Barbosu e a Confederação Romena recorreram ao CAS alegando que o técnico de Chiles solicitou um acréscimo de 0.100 à nota após o prazo de um minuto, o que não deveria ter sido permitido. A USA Gymnastics tentou uma nova revisão, apresentando um vídeo que, segundo a Confederação, mostrava que a solicitação foi feita dentro do prazo de 47 segundos. No entanto, o CAS manteve sua decisão e não reconsiderou o pedido.
“Estamos profundamente decepcionados com a decisão e continuaremos buscando todos os meios possíveis, incluindo o Tribunal Federal Suíço, para garantir uma classificação justa para Jordan”, afirmou a Confederação americana.
Chiles anunciou que se afastará das redes sociais para cuidar da saúde mental, e Barbosu e as ginastas romenas enfrentaram críticas online após a revisão. A decisão do CAS confirmou Barbosu como terceira colocada e Sabrina Maneca-Voinea em quarto, enquanto Rebeca Andrade e Simone Biles, com notas de 14.166 e 14.133, respectivamente, mantiveram suas posições no pódio.
Fonte: globoesporte.com
