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FÓRMULA 1: Mercedes confirma atualizações no W15 para GPs da Hungria e Bélgica após duas vitórias

Foto: BENJAMIN CREMEL / AFP/Reprodução

Depois de quase dois anos sem vencer, a Mercedes voltou ao topo da Fórmula 1 com duas vitórias consecutivas, marcadas por George Russell na Áustria e Lewis Hamilton na Inglaterra. A equipe, que dominou a categoria entre 2014 e 2021, busca agora consolidar seu retorno ao topo com promissoras atualizações no W15 para as próximas corridas na Hungria e na Bélgica.

Desde a introdução do novo regulamento em 2022, que trouxe o conceito de efeito-solo aos carros, a Mercedes enfrentou dificuldades técnicas e deixou de ser a equipe dominante. No entanto, recentes progressos sugerem que a equipe finalmente encontrou o caminho certo. Segundo Toto Wolff, chefe da equipe, a liderança de James Allison, diretor técnico, foi crucial para essas melhorias.

“De repente, tudo o que não fazia sentido passou a fazer sentido. Houve um momento em que, liderados por James, os dados nos deram direção e diferença para os outros”, afirmou Wolff. Ele destacou que o equilíbrio encontrado nos carros e as evoluções desenvolvidas foram os principais fatores para o recente progresso da equipe.

Histórico de Desafios e Novas Esperanças

Nos últimos três campeonatos, a Mercedes lutou para voltar ao caminho das vitórias, enfrentando diversos obstáculos. A única vitória da equipe nesse período ocorreu no GP de São Paulo de 2022, com George Russell. Muitas das atualizações implementadas não corresponderam às expectativas, mas a situação parece estar mudando.

Com os GPs da Hungria e da Bélgica se aproximando, Wolff está otimista quanto às novas atualizações planejadas para o W15. “Encontramos desempenho, colocamos isso no carro e isso se converteu em tempo de volta. Não foi o caso nos últimos dois anos. Há mais por vir. Teremos atualizações em Budapeste e Spa. No entanto, não podemos nos deixar levar”, disse o chefe da Mercedes.

Wolff também comentou sobre a performance na Áustria, onde a diferença para os líderes era de apenas 0s2 por volta, a menor dos últimos tempos. “Foi o indício de que estávamos melhorando. Honestamente, não esperava que a vitória viria em Silverstone, pois não há quase nada novo no carro. A expectativa era mais para Budapeste e Spa”, explicou.

Estratégia e Perspectivas

No GP da Inglaterra, Lewis Hamilton quebrou um jejum de 56 corridas sem vitória, embora Wolff tenha mencionado um erro estratégico na parte final da corrida. “Tínhamos os médios. Não acreditávamos nos duros como melhor opção. Ao meu ver, a prioridade seria médios, duros e macios. Porém, nossa degradação estava boa em relação à McLaren e isso assegurou a vitória”, concluiu Wolff.

Com a moral renovada e uma série de atualizações prometidas, a Mercedes está determinada a continuar seu retorno ao topo da Fórmula 1. As próximas corridas na Hungria e na Bélgica serão cruciais para determinar se a equipe pode manter seu ímpeto e competir consistentemente com as equipes de ponta na temporada 2024.

 

 

D+News com informações Lance
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