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Prefeitos são presos na Operação “Fundraising”, entre eles o prefeito de Pinhalzinho

Imagem: Reprodução / Gilberto Bortese

 

Na manhã desta quarta-feira (19), o Prefeito Municipal de Pinhalzinho, Mário Afonso Woitexem (PSDB), foi preso durante a Operação “Fundraising” deflagrada pelo GAECO e GEAC. A ação também resultou na prisão de outros dois prefeitos da região Oeste de Santa Catarina.

A operação cumpriu 11 mandados de prisão preventiva, cinco de suspensão do exercício das funções públicas e 63 de busca e apreensão em 23 cidades do estado, visando investigar crimes de organização criminosa, desvio de recursos públicos, corrupção, peculato e fraudes em licitações.

Mário Afonso Woitexem, de 58 anos, está no seu segundo mandato como prefeito de Pinhalzinho, tendo assumido a prefeitura em 2017. Durante a operação, mandados de busca e apreensão foram executados para coletar provas dos crimes investigados. A prisão de Woitexem marca um desdobramento significativo na luta contra a corrupção e a má gestão dos recursos públicos na região.

Ao todo, quatro prefeitos foram presos no estado, são eles:

  • Mário Afonso Woitexem (PSDB) – Prefeito Municipal de Pinhalzinho
  • Marcelo Baldissera (PL) – Prefeito Municipal de Ipira
  • Clori Peroza (PT) – Prefeita Municipal de Ipuaçu
  • Fernando de Faveri Marcelino (MDB) – Prefeito Municipal de Cocal do Sul
  • Mauro Francisco Risso (MDB) – Prefeito Municipal de Jardinópolis

Ex-prefeito e ex-deputado também estão sendo investigados e foram alvos de buscas e apreensões:

  • Emerson Ari Reichert (PT) – ex-Prefeito de Ipira e empresário
  • Edson Bez de Oliveira (MDB) – ex-Deputado Federal e empresário

 

Operação “Fundraising”

A Operação “Fundraising” investiga um grupo criminoso que direcionava processos licitatórios em diversos municípios de Santa Catarina. O grupo, sob o pretexto de prestar consultoria para captação de recursos públicos, firmava contratos sem comprovação de atividade para permitir ganhos ilícitos a servidores públicos e agentes políticos. A operação, que contou com apoio das Polícias Penal e Científica de SC, PRF, Corpo de Bombeiros Militar de SC, Polícia Civil do DF, GAECO, e MPDFT, cumpriu 11 mandados de prisão preventiva, cinco de suspensão de funções públicas, e 63 de busca e apreensão em 23 cidades.

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