Alguns dados do município de Taió, que normalmente fazem parte das dúvidas mais rotineiras durante as cheias, quanto a mobilidade e transporte:
▶️ Curva Vargem 1 (próximo ao pesque pague): Mesmo nível do vertedouro da barragem. Portanto, se a barragem estiver vertendo, não tem passagem nesse trecho, pois a água invade a pista da SC 350.
▶️ Ponte Ribeirão Pequeno: Com o rio no centro em 7,80 metros, a água começa a invadir a pista.
▶️ Próximo a antiga Apae no Bairro Victor Konder: Rio a 7,80, a água começa a chegar na pista.
▶️ Proximo a Unidavi (acesso ao Palmital): 8,90 metros nível rio começa a chegar na pista.
▶️ Saída Rio do Campo/Seminário: 8,50 metros nível rio começa a chegar na pista.
▶️ Coronel Feddersen em frente a farmácia Lider/Baixinho: 9,30 nível do rio.
▶️ Acesso a Salete em Santo Antônio e São Luis: não depende do nível do rio no centro, mas sim de enchurradas.
➡️ Passagem BR 470 trevo Agronômica: +- 9,80 metros nível do rio de Agronômica.
Lembrando, que acontecem variações de 10 a 15 cm, de uma cheia pra outra, pois conforme as correntezas mudam, os níveis mudam um pouco em um ponto ou outro. Mas a base é essa.
– Passo Manso para Taió: Quando a curva da Vargem 1 está bloqueada, acesso se dá pela Bela Vista.
– Salete para Taió: Quando a ponte do Ribeirão pequeno está interdidata, passagem pelo Palmital/ouro.
– Lembrando que na baixada entre a Lorenzetti e a Barragem, também pega água em torno dos 8 metros.
– Acesso via Braço Scoz e outras localidades, sempre devem muita atenção, devido as barreiras e momentos que ficam intransitáveis.
– Trans-enchentes são transitáveis apenas por pessoas autorizadas com trator, jipe e 4×4. Não vale a pena tentar passar com carros pequenos, pois é uma obra nova que ainda não houve tempo de ser concluida.
– Barcos conduzidos por civis, estão apenas ajudando voluntáriamente. É necessário ter paciencia e solicitar transporte apenas quando muito necessário.
EMERGÊNCIA ligue:
199 – Defesa Civil
193 – Corpo de Bomnbeiros
190 – Polícia Militar
Essas informações foram elaboradas por um grupo de voluntários administradores de um grupo de WathsApp, de auxílio em período de enchente.
